terça-feira, 18 de setembro de 2012

Resumo do Artigo 2 - Grupo 1 - Octávio


Glucose sensing, photocatalytic and antibacterial properties of graphene–ZnO nanoparticle hybrids
Detecção de glicose, fotocatalíticos e propriedades antibacterianas de híbridos grafeno-ZnO nanopartículas
Thangavelu Kavithaa, Anantha Iyengar Gopalanbb, Kwang-Pill Leeb, Soo-Young Parka,*
a Department of Polymer Science, Kyungpook National University, #1370 Sangyuk-dong, Buk-u, Daegu 702-701, Republic of Korea
b Department of Chemistry, Kyungpook National University, #1370 Sangyuk-dong, Buk-gu, Daegu 702-701, Republic of Korea
 
Discente: Octávio Couto Moreira
Resumo do artigo
Verificou-se que o átomo de espessura grafeno tem alta condutividade térmica e elétrica, mobilidade do portador de alta temperatura ambiente e confinamento quântico lateral. A sua excelente capacidade eletrônica, as propriedades mecânicas, a estabilidade química e área de superfície específica elevada deu aplicabilidade variada, tais como super capacitores, do fotovoltáico, as capacidades de combustível e nanofluídos.
O híbrido de ZnO-grafeno reduz os raios UV. Foram examinados para potencial aplicação como materiais fotoativos para a degradação do corante azul de metileno (MB).
Ocorreu uma redução fotocatalítica do corante MB, com absorbância estimada de 650 nm / radiação UV – 365 nm.
Óxido grafeno biossensor, foi utilizado 20 µL de solução homogênea para uma superfície de um centímetro quadrado. Os híbridos mostraram grafeno com melhores propriedades fotocatalíticas e o corante MB foi decomposto de forma mais eficiente, como um sensibilizador de poluentes.
Quando se adiciona glucose os óxidos de grafeno(GOx) formaram H2O2, a redução deste foi maior que a do eletrodo grafeno/GOx. A influencia sinérgica do grafeno levou a fortes interações eletrostáticas entre a superfície de eletro, por isso o melhor desempenho do biossensor foi atribuída à influência sinérgica de grafeno, o ZnO apresenta boa biocompatibilidade.
Atividade antibacteriana: na amostra que continha o híbrido, o crescimento de bactérias foi zero. A ação antibacteriana do grafeno é atribuída a interações física com a bactéria ou estresse oxidativo das membranas celulares que perturba a integridade das membranas. Pode ser pela geração de H2O2 fotocalatítica ou a penetração do envelope celular e desorganização da membrana bacteriana quando em contato com as nanopartículas de ZnO.
Este método poderia ser adaptado para formular outros híbridos grafenos/cerâmica, com baixo custo de produção de uma grande variedade de aplicações, incluindo biossensores, fotocatalisadores, desinfectantes, células solares, etc.Resumo do artigo 2 - Octávio

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Resumo do Artigo.

https://docs.google.com/open?id=0B-mVHVFcHxISMGViaVpLWUpjUnc
Márcia Ebling de Souza.

resumo artigo seminário I



Detecção de glicose, e propriedades antibacterianas fotocatalítica do óxido de zinco sobre grafeno.

O artigo enfatiza primeiramente as vantagens isoladas do óxido de zinco: na área farmacêutica com protetores solares, atenuadores de UV, pomadas contra assaduras e etc. Após salienta as propriedades instigantes do grafeno, principalmente no que diz respeito a sua capacidade de condução termal e elétrica, sua flexibilidade, transparência e resistência. Salienta inclusive o prêmio Nobel de 2010, laureado a Físicos pelas descobertas inéditas das propriedades desta única camada de carbono.
No que se refere ao artigo, inédito e de qualidade expressiva, apresenta a possibilidade de sobrepor nanopartículas de óxido de zinco sobre o grafeno. Com o objetivo de encontrar um composto mais e eficiente no que diz respeito aos biosensores e no tratamento contra a E. coli, os pesquisadores estruturam uma metodologia experimental e a análise dos resultados de aplicação. A pesquisa justifica-se na relevância das aplicações práticas.
Nesta perspectiva os resultados apresentados abrem um novo leque de possibilidade no que diz respeito a: sensores de glicose mais eficientes, precisos e compactos; nas propriedades antibactericidas no combate a E. coli.
As conclusões quanto à metodologia de produção são satisfatórias, porém pouco precisas, e indicam a possibilidade de desdobramentos para outras sobreposições no grafeno. Os resultados experimentais demonstram ser promissores e de desdobramentos múltiplos, implicando numa possível mudança nas atuais formas de medição de glicose e combate a E. coli.
No que se refere a possíveis implicações negativas deste tipo de tratamento, os autores da pesquisa, nada fora salientado.

Anderson Ellwanger

Apresentação do artigo I

https://docs.google.com/file/d/0B5agNU8Tzo0bcGFRVVJ5Qzlwa3M/edit?pli=1

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Revisão do grupo I


Desenvolvimento, Caracterização e Atividade Anti-Microbiana de Nanopartículas contendo Polimixina B.

Atualmente devido aos grandes avanços tecnológicos relacionados aos procedimentos invasivos, diagnósticos e terapêuticos, e o aparecimento de microrganismos multirresistentes aos antimicrobianos usados rotineiramente na prática hospitalar tornaram as infecções hospitalares um problema de saúde pública. Infecções por Bacilos Gram negativos não fermentadores vêm aumentando no grau de importância em instituições hospitalares a partir da década de 1970. São responsáveis por cerca de 30-35% de todas as septicemias, por mais de 70% das infecções do trato urinário e por muitas das infecções intestinais.
Devido às poucas opções terapêuticas para o tratamento de Gram-negativos, houve a necessidade de resgatar antigos antibióticos como as Polimixinas. As polimixinas (polimixina B e colistina) são antibióticos polipeptídeos isolados a partir de Bacillus polymyxa e conhecido para ter uma poderosa atividade bactericida contra um largo espectro de Bactérias gram-negativas (Arnold et al, 2007;. Horton e Pankey, 1982). Em geral, as polimixinas exercem a sua atividade bactericida por ligação aos fosfolípidos acídicos e lipopolissacarídeos das membranas celulares das bactérias, o que resulta em derrame de componentes intracelulares, conduzindo à morte celular (Arnold et al, 2007.; Cardoso et al, 2007;. Clausell et al, 2007). Mas preocupações decorrentes de efeitos adversos têm restringido o seu uso quase exclusivamente para o tratamento de bacilos Gram-negativos infecções que são resistentes a outros antibióticos ou em pacientes intolerantes aos antimicrobianos preferenciais (Falagas e Kasiakou, 2006;. Lee et al, 2006).
Ao longo dos últimos anos, as aplicações da nanotecnologia na saúde têm sido explorada em muitas áreas médicas, especialmente na entrega do fármaco. Nanotecnologia diz respeito à compreensão e domínio dos assuntos na faixa de 1-100 nm, em que materiais em escala têm únicas propriedades físico-químicas, incluindo tamanho pequeno ultra, de grande superfície a relação de massa reatividade, alta e interações únicas com sistemas biológicos. Ao carregar drogas em nanopartículas através de encapsulação física, adsorção, ou químico conjugação, a farmacocinética e índice terapêutico dos medicamentos pode ser significativamente melhorado, em comparação com homólogos livres das drogas.
Algumas vantagens de utilizar nanopartículas com medicamentos, é a entrega da droga sem ser reconhecida, incluindo o melhoramento da solubilidade sérico das drogas, prolongando a vida útil na circulação sistêmica, liberação das drogas de forma controlada e sustentada, de preferência, administrar medicamentos para os tecidos e células de interesse, e ao mesmo tempo múltiplas entregas. Os Lipossomas são bem adequados como veículos para a entrega de agentes antimicrobianos minimizando toxicidade da droga, e aumentando a sua eficácia, protegendo o fármaco incorporado de prematuros ataques imunológicos e enzimáticos (Omri et ai., 2002).
O presente estudo tem como objetivo desenvolver, caracterizar e determinar a atividade antimicrobiana de lipossomas de Polimixina B frente a bacilos Gram negativos não fermentadores multirresistentes isolados de pacientes hospitalizados.




domingo, 9 de setembro de 2012

Respostas das questões propostas.


Nanotecnologia I
Professora Dra. Jussane

Questões

1)Explique o processo de funcionamento das lâmpadas fluorescentes e incandescentes.
  
Lâmpadas Fluorescentes- Dependem de um circuito eletrônico. Os elétrons provenientes do filamento chocam-se com as moléculas de gás mercúrio contidas no tubo produzido uma excitação e uma ionização nos átomos. O retorno desses átomos ao estado fundamental ocorre com a emissão de fótons de energia correspondente a radiações visíveis e ultravioleta invisível. A radiação ultravioleta, ao se chocar com o revestimento fluorescente do tubo, produz luz visível.

Lâmpadas Incandescentes-  A eletricidade corre pelo filamento, e por ele ser muito fino, oferece uma boa quantidade de resistência para a eletricidade que transforma a energia elétrica em calor. O calor é suficiente para fazer com que o filamento fique branco. O filamento brilha devido ao calor: ele incandesce.

2)Qual a importância da evolução de modelos atômicos?
A importância é de que sempre o novo modelo vai explicar melhor e com menos erros que o modelo anterior.


3) Como vocês já devem ter observado o universo em que vivemos é colorido. O que       define essas cores?
Cada cor corresponde a uma determinada freqüência de oscilação da onda eletromagnética luminosa.

4) Explique o que são nanopartículas  superparamagnéticas.

Partículas superparamagnéticas apresentam magnetização apenas na presença de um campo magnético externo mas quando a aplicação desse campo cessa, o material, ao contrário dos materiais ferromagnéticos, não retém magnetismo residual. Está diretamente ligada ao tamanho das nanopartículas magnéticas. Somente partículas com diâmetro menor que 30 nm são superparamagnéticas.

Márcia Ebling de Souza

Atividade da aula da Prof Jussane


01) Explique o processo de funcionamento das lâmpadas fluorescentes e incandescentes.
Lembrete: FONTE PRIMÁRIA - EMITE LUZ PRÓPRIA: podendo ser incandescente (alta temperatura) e luminescente ( baixa temperatura) sendo que esta pode ser fluorescente ou fosforescente dependendo do material. FONTE SECUNDÁRIA - REFLETE A LUZ.
Lâmpadas Fluorescentes:
Em condições normais, o ar e os gases dificilmente conduzem correntes elétricas se estiverem sob pressões muito altas (como, por exemplo, a atmosférica). Gases e vapores rarefeitos, contudo, permitem a passagem de eletricidade com relativa facilidade, produzindo efeitos luminosos que encontram grande número de aplicações práticas
Os elétrons provenientes do filamento chocam-se com as moléculas de gás mercúrio contidas no tubo, o que produz não só a excitação como também a ionização dos átomos. Ionizados, os átomos do gás são acelerados pela diferença de voltagem entre os terminais do tubo e, ao se chocarem com outros átomos, provocam outras excitações. O retorno desses átomos ao estado fundamental ocorre com a emissão de fótons de energia correspondente a radiações visíveis e ultravioleta invisível. A radiação ultravioleta, ao se chocar com o revestimento fluorescente do tubo (fósforo), produz luz visível. Empregando-se misturas de materiais fotoluminescentes diversos é possível obter tons de luz branca. A composição do revestimento das lâmpadas fluorescentes é cuidadosamente estudada para fornecer o tom de branco mais adequado para lojas, escritórios ou residências.

Como nas lâmpadas fluorescentes, a maior parte da energia fornecida é transformada em luz. Seu rendimento pode ser até cinco vezes maior do que o das lâmpadas incandescentes, que produzem muito mais calor. A troca das lâmpadas incandescentes por fluorescentes só é indicada em ambientes nos quais a iluminação seja utilizada por mais de uma hora. Quando a lâmpada fluorescente é acesa, sofre um pico de tensão que depois se estabiliza. Se ela é desligada antes disso, sua vida útil fica reduzida. Seguindo esta linha de raciocínio, a cozinha é um bom local para utilizar as lâmpadas fluorescentes. Também para a sala e os quartos, vale a pena a troca de lâmpadas incandescentes por fluorescentes. "Nestes ambientes, a utilização da iluminação pode ser pequena, mas não chega a prejudicar a durabilidade da lâmpada", afirma. Já nos banheiros, a melhor opção é reduzir a potência da lâmpada incandescente.
Mais informações - http://br.geocities.com/saladefisica 
Fonte: http://www.dombosco.com.br/curso/estudemais/fisica/fluorescentes.php

Lâmpada incandescente
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Lâmpada Incandescente
A lâmpada incandescente (também chamada de lâmpada eléctrica em Portugal) é um dispositivo eléctrico que transforma energia elétrica em energia luminosa e energia térmica.
Desde o início do século XIX, vários inventores tentaram construir fontes de luz à base de energia elétrica. Humphry Davy, em 1802, construiu a primeira fonte luminosa com um filamento de platina, utilizando-se do efeito Joule, observado quando um resistor é aquecido pela passagem de uma corrente elétrica a ponto de emitir luz visível. Outros vinte e um inventores construíram lâmpadas incandescentes antes de Thomas Alva Edison, que foi primeiro a construir a primeira lâmpada incandescente comercializável em 1879, utilizando uma haste de carvão (carbono) muito fina que, aquecida acima de aproximadamente 900 K, passa a emitir luz, inicialmente bastante avermelhada e fraca, passando ao alaranjado e alcançando o amarelo, com uma intensidade luminosa bem maior, ao atingir sua temperatura final, próximo do ponto de fusão do carbono, que é de aproximadamente 3 800 K.
A haste era inserida numa ampola de vidro onde havia sido formado alto vácuo. O sistema diferia da lâmpada a arco voltaico, pois o filamento de carvão saturado em fio de algodão ficava incandescente, ao invés do centelhamento ocasionado pela passagem de corrente das lâmpadas de arco. Como o filamento de carvão tinha pouca durabilidade, Edison começou a fazer experiências com ligas metálicas, pois a durabilidade das lâmpadas de carvão não passava de algumas horas de uso. A lâmpada de filamento de bambu carbonizado foi a que teve melhor rendimento e durabilidade, sendo em seguida substituída pela de celulose, e finalmente a conhecida até hoje com filamento de tungstênio cuja temperatura de trabalho chega a 3000°C.

Construção

Lâmpada Incandescente – Edison

A maior dificuldade encontrada por Swan e Edison, quando tentavam fazer lâmpadas desse tipo, era encontrar um material apropriado para o filamento, que não devia se fundir ou queimar.
Hoje em dia os filamentos são, geralmente, feitos de tungstênio, metal que só funde quando submetido a temperatura altíssima (3422 °C). Para evitar que os filamentos entrem em combustão e se queimem rapidamente, remove-se todo o ar da lâmpada, enchendo-a com a mistura de gases inertes, nitrogênio e argônio ou criptônio.
As lâmpadas incandescentes funcionam a baixas pressões, fazendo com que o gás rarefeito funcione com um isolante térmico, já que um gás quando recebe energia, tende a expandir antes de esquentar, e como ele está rarefeito ele expande ao invés de esquentar. Mas é claro que como a energia dada a esse gás (aproximadamente 2800 °C ~ 3000 °C) é muito grande ele expande ao máximo e depois começa a transmitir a energia a ele dada. Se não houvesse esse mecanismo, não conseguiríamos conter 3000 °C dentro de um globo de vidro sem fundi-lo e os outros materiais que compõem uma lâmpada.

Funcionamento

Quando se aciona um interruptor, a corrente elétrica passa pela lâmpada através de duas gotas de solda de prata que se encontram na parte inferior, e em seguida, ao longo de fios de cobre que se acham firmemente fixados dentro de uma coluna de vidro. Entre as duas extremidades dos fios de cobre estende-se um outro fio muito fino chamado filamento. Quando a corrente passa por este último, torna-o incandescente, produzindo luz.

Rendimento

Apesar do requinte exclusivo, que proporciona uma luminosidade muito mais aconchegante em ambientes, e de ter ainda maior durabilidade onde se acende e apaga com frequência, o rendimento da lâmpada incandescente é mínimo: apenas o equivalente a 5% da energia elétrica consumida é transformado em luz, os outros 95% são transformados em calor. Por causa deste desperdício, a  União Européia decidiu abolir as lâmpadas incandescentes a partir de 2012. Lâmpadas incandescentes poderão ser abolidas no Brasil a partir de 2013, caso a indústria consiga oferecer algum tipo de lâmpada que proporcione luminosidade com as mesmas características das tradicionais.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%A2mpada_incandescente

Conclusão: pelo que foi exposto na pesquisa, é muito grande a diferença entre as lâmpadas; a fluorescente emite luz através da alteração de átomos e com isso a emissão de fótons de luz. A incandescente emite luz através de um filamento de metal que é aquecido ao ponto de emitir luz.

02) Qual a importância da evolução dos modelos atômicos?
Por volta de 2.450 de anos atrás ( 450 anos a. C. ), o Homem já começava a tentar explicar a constituição da matéria. Essa tentativa era realizada pelos filósofos da Antiguidade, que usavam apenas o pensamento filosófico para fundamentar seus modelos e não utilizavam métodos experimentais para tentar explicá-los.
A evolução dos modelos atômicos se deu por alguns postulados (filósofos da Antiguidade), que vigoravam até um certo tempo, pois eram "quebrados" (substituídos) por modelos baseados em métodos experimentais, que eram mais aceitos, e ainda, estes também eram substituídos por outros modelos mais aceitos. Em outras palavras e generalizando, toda teoria tem o seu período de desenvolvimento gradativo, após o qual poderá sofrer rápido declínio. Quase todo avanço da ciência surge de uma crise da velha teoria, através de um esforço para encontrar uma saída das dificuldades criadas.
Hoje, o modelo atômico que "está em vigor" é o Modelo da Mecânica Quântica ou da Mecânica Ondulatória (Modelo Orbital).
Fonte:http://enciclopediavirtual.vilabol.uol.com.br/quimica/atomistica/evolucaodosmodelos.html

Conclusão: O surgimento de um novo modelo científico, vem para explicar alguma falha no modelo anterior ou um novo fenômeno ou evento. O novo modelo deve explicar melhor e com menos erros que o anterior, para então passar a vigorar.

03) Como vocês já devem ter observado o universo em que vivemos é colorido. O que define essas cores?
Cor - Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A cor é uma percepção visual provocada pela ação de um feixe de fotons sobre células especializadas da retina, que transmitem através de informação pré-processada no nervo óptico, impressões para o sistema nervoso. A cor de um material é determinada pelas médias de frequência dos pacotes de onda que as suas moléculas constituintes refletem. Um objeto terá determinada cor se não absorver justamente os raios correspondentes àfrequência daquela cor.
Assim, um objeto é vermelho se absorve preferencialmente as frequências fora do vermelho. A cor é relacionada com os diferentes comprimento de onda do espectro eletromagnético. São percebidas pelas pessoas, em faixa específica (zona do visível), e por alguns animais através dos órgãos de visão, como uma sensação que nos permite diferenciar os objetos do espaço com maior precisão.
Considerando as cores como luz, a cor branca resulta da sobreposição de todas as cores primárias(amarelo, azul e vermelho), enquanto o preto é a ausência de luz. Uma luz branca pode ser decomposta em todas as cores (o espectro) por meio de um prisma. Na natureza, esta decomposição origina um arco-íris. Observação: Cores primárias são cores indecomponíveis, sendo o vermelho, o amarelo e o azul. Desde as experiências de Le Blond, em 1730, essas cores vêm sendo consideradas primárias.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cor
Conclusão: as cores estão ligadas com o comprimento de onda e com a difração da luz.

04) Explique o que são nanopartículas superparamagnéticas.
As nanopartículas superparamagnéticas representam grande interesse científico devido às inúmeras propriedades que decorrem da formação de mono-domínios magnéticos. A magnetização de um material paramagnético é da ordem de alguns magnetons de Bohr (μB = 9,27x10−24 A•m2), enquanto que no caso dos materiais superparamagnéticos ela chega a atingir valores 4 ordens de grandeza maiores. 
Dentre os diversos materiais ferromagnéticos, os óxidos de ferro se destacam pela sua disponibilidade, baixo custo, facilidade de preparação e estabilidade. Há dois óxidos de interesse: magnetita (Fe3O4) e maghemita (g-Fe2O3). Magnetita possui em sua composição íons Fe3+ e Fe2+ na proporção de 2:1, sendo estável na faixa de pH entre 8 e 14, em ambientes não oxidante.
Fonte: http://www.olharnano.com/text.jsp?p=8001&c=1003

Para a magnetita, o valor do diâmetro crítico equivale a 128nm. Após atingir essa dimensão, podemos dizer que as nanopartículas de magnetita possuem monodomínios magnéticos.
Por fim, as nanopartículas de magnetita serão atraídas por campos magnéticos, mas não como um ímã convencional; eles exibem comportamento superparamagnético. Isso significa que elas são atraídas fortemente por um campo magnético, mas, assim que esse campo é removido, sua magnetização é reduzida a zero, não apresentando magnetização residual, como em utensílios de ferro metálico. Essa observação pode ser explicada em função da energia potencial apresentada por uma partícula superparamagnética quando essa partícula sofre ação de um campo magnético; existem dois alinhamentos de momento magnético das nanopartículas que levam a um estado de mínima energia. Essa energia é a energia de anisotropia uniaxial, calculada em função do eixo de fácil magnetização. Uma partícula superparamagnética gira seu momento magnético para alinhar-se ao campo (Sendo submetida a um torque) assumindo a posição de menor energia. Entretanto, assim que esse campo deixa de atuar (É retirado), flutuações térmicas fazem com que a partícula superparamagnética oscile entre os estados, levando sua magnetização a zero e estando pronta para um novo ciclo, assim que o campo magnético voltar a atuar sobre ela.
Fonte: http://www.olharnano.com/text.jsp?p=20001&c=4001

Conclusão: é possível alterar o magnetismo nas nanopartículas, permitindo utiliza-las em remoção de óleo na água, em contrastes para ressonância magnética e em outros áreas.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Revisão preliminar da Literatura.



        Numa pesquisa breve alguns artigos, os quais estão elencados abaixo, desenvolvem o tema proposto para a escrita do artigo. 



Eficácia antimicrobiana de lipossomal polimixina B contra Gram-negativos resistentes estirpes bacterianas.



Propriedades antimicrobianas de lipossomal polimixina B .



Actividade aumentada de lipossomas polimixina B contra Pseudomonas aeruginosa, em um modelo de rato de infecção pulmonar.



  

Polimixina B sulfato de colistina e: antibióticos antigos para emergentes multirresistentes bactérias gram-negativas.



Colistina e polimixina B em cuidados críticos.



A polimixina B para o tratamento de patógenos multirresistentes: uma revisão crítica.



A terapia de combinação com polimixina B para o tratamento de multi-resistentes gram-negativas infecções do trato respiratório



 

A polimixina B nefrotoxicidade e eficácia contra infecções nosocomiais provocadas por multirresistentes bactérias gram-negativas.

 

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12878536

 

Parenteral polimixina B uso em pacientes com multirresistentes gram-negativas infecções do trato urinário e bacteremia: uma série de casos retrospectiva.

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18664609

 

Salvamento tratamento de pneumonia e tratamento inicial de traqueobronquite causada por multi-resistente bacilos Gram-negativos com inalado polimixina B.




Polimixina B: uma nova estratégia para multirresistentes Gram-negativos.



Obs. Semana que vem faremos o texto referenciando os citados artigos.

domingo, 2 de setembro de 2012

Atividade II


Nanotecnologia I
Professora Dra. Jussane.

Atividade II

1) Qual é a quantidade de partículas transportadas em um cubo hipotético de aresta L. Considere inicialmente 6 partículas por face.

a) Quando o cubo for dividido em 8 partes iguais?

8 cubos x 6 partículas por face x 6 faces  = 288 partículas

b) Quando o cubo dor dividido em 64 partes iguais?

64 cubos x 6 partículas por face x 6 faces  = 2.304 partículas

Conclusão: Quanto maior o número de partículas, maior a área superficial.

Márcia Ebling de Souza

Resposta a atividade proposta pela Prof. Dra. Jussane.


Em resposta a atividade proposta pela Prof. Dra.  Jussane.


Qual é a quantidade de partículas transportadas em um cubo hipotético de aresta L. Considere inicialmente 6 partículas por face.

(a) Quando o cubo for dividido em 8 partes iguais?
(b) Quando o cubo dor dividido em 64 partes iguais?

Resposta:

A quantidade de partículas transportadas por esse cubo de aresta L inicialmente é de 36 partículas, sendo que cada face suporta somente 6 partículas por face.

a) Se o cubo for dividido em 8 partes iguais terá capacidade para transportar 288 partículas.
Explicitando: São 8 cubos com 6 partículas em cada face. 
 8 (cubos) x 6 (partículas por face) x 6 (faces)  = 8x36 = 288.

b) Se o cubo for dividido em 64 partes iguais terá capacidade para transportar 2304 partículas.
Explicitando: São 64 cubos com 6 partículas em cada face. 
 64 (cubos) x 6 (partículas por face) x 6 (faces)  = 64x36 = 2304.

Anderson Ellwanger.

sábado, 1 de setembro de 2012

Atividade da aula da Prof Jussane.



Qual é a quantidade de partículas transportadas em um cubo hipotético de aresta L. Considere inicialmente 6 partículas por face.

(a) Quando o cubo for dividido em 8 partes iguais?
(b) Quando o cubo dor dividido em 64 partes iguais?

Resposta:
A quantidade de partículas transportadas por esse cubo de aresta L é de 36 partículas, considerando que inicialmente esse cubo possuía seis partículas por face.

A) O cubo dividido em oito partes transportará 288 partículas.
B) Quando o cubo for dividido em 64 partes, transportará 2.304 partículas.

Quanto mais fragmentar o cubo, mais aumenta-se as partículas e com isso amplia-se a área superficial de reação.